Sempre disse que poeta é o que cria,
Também nunca disse-me que eu era um poeta.
Para meu poema já não importa
Quando disseram nada se cria,
Tudo se transforma.
Hoje transformo;
Palavra bonita em grande revolta,
Às vezes deformo;
Entre duas palavras sempre outra se forma.
Mas podem dizer o que quiser,
Pensar que -logo- não tem uma lógica:
Alguns cuja poesia foi tanta,
Criaram outro sentido às palavras.
sábado, 16 de maio de 2015
Poema teu
Minha poesia quer você
Assim, por completa,
Dizem que a beleza
Está nos olhos de quem vê,
Eu digo na tinta,
Ou toques no PC.
Entre samba e pagode,
Pop, MPB ou rock,
Prefiro minhas composições.
Revoltadas, calmas, bordões...
A única música não musicalizada
Feita em medida, apaixonada.
Declaração ou não;
Inspiradora paixão,
Poema teu
Que me fizestes Romeu.
Assim, por completa,
Dizem que a beleza
Está nos olhos de quem vê,
Eu digo na tinta,
Ou toques no PC.
Entre samba e pagode,
Pop, MPB ou rock,
Prefiro minhas composições.
Revoltadas, calmas, bordões...
A única música não musicalizada
Feita em medida, apaixonada.
Declaração ou não;
Inspiradora paixão,
Poema teu
Que me fizestes Romeu.
domingo, 3 de maio de 2015
Angústia
Hoje sei que palavras doem,
Uma dor súbita, implícita.
A cada palavra dita o coração se corroe,
Depois de novo se forma
Para que tudo se repita.
Martilizou-me por dentro
E o que disseste nem era contra mim.
É difícil, em fim; ouvir a verdade,
Te olhando ao mesmo tempo.
Essa angústia que me machuca,
Não me deixa seguir,
Sabendo: não foi sua culpa.
Eu que a guardei e não quis
Deixar as tais palavras por aí.
Uma dor súbita, implícita.
A cada palavra dita o coração se corroe,
Depois de novo se forma
Para que tudo se repita.
Martilizou-me por dentro
E o que disseste nem era contra mim.
É difícil, em fim; ouvir a verdade,
Te olhando ao mesmo tempo.
Essa angústia que me machuca,
Não me deixa seguir,
Sabendo: não foi sua culpa.
Eu que a guardei e não quis
Deixar as tais palavras por aí.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Contato direto
No auge do desejo
A timidez desaparece
Falar já não é mais preciso
A respiração ofegante me entorpece.
Os olhares se comunicam
Os toques se multiplicam
Um eu sagaz que ainda não tinha visto.
Um calor na pele
Onde se via frio e solidão
A mente nem pensa
Completa, paixão.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Tentei me definir
Tentei me definir
Para melhor me compreender,
Dar uma segurança pra você.
Mas não achei a resposta,
Na verdade nem sei as perguntas;
Por onde começar
O que me perguntar
-Me defino como uma incógnita.
Exploro o vazio constantemente.
Um só, um frio; de repente.
Gosto de explorar
As faces, os trejeitos.
Gosto de escutar
A coragem alheia,
O brilho, bem ou mal feito.
Gosto de pensar,
Olhar você sorrir,
Roubar seu calor
E te deixar sem fala,
Me olhando como se
Fosse me definir.
Seu beijo busca amor,
O meu procura sabor:
Do amor, da dor,
Paixão, despudor.
Espera deixar-te com sede,
Fazendo-te sentir o que procuro
E com isso traga á mim
No próximo encontro entre Nossos lábios.
Para melhor me compreender,
Dar uma segurança pra você.
Mas não achei a resposta,
Na verdade nem sei as perguntas;
Por onde começar
O que me perguntar
-Me defino como uma incógnita.
Exploro o vazio constantemente.
Um só, um frio; de repente.
Gosto de explorar
As faces, os trejeitos.
Gosto de escutar
A coragem alheia,
O brilho, bem ou mal feito.
Gosto de pensar,
Olhar você sorrir,
Roubar seu calor
E te deixar sem fala,
Me olhando como se
Fosse me definir.
Seu beijo busca amor,
O meu procura sabor:
Do amor, da dor,
Paixão, despudor.
Espera deixar-te com sede,
Fazendo-te sentir o que procuro
E com isso traga á mim
No próximo encontro entre Nossos lábios.
sábado, 18 de abril de 2015
Vontade acústica
Meus dedos doem de alegria,
Quero me ver flexível,
Tirar um pouco da agonia
Desse meio jeito inteligível.
Nada mais prático
Que a prática de se sentir,
Aprender o mágico,
Viver nossas maiores descobertas.
Tocar um tom a mais
Nessa minha vidinha
Sentir ritmos diferentes
Brando, calmaria.
Quero sair desse meu mundo
Nem que precise pular a janela,
Mesmo que seja alguns minutos,
Pintar o escuro, aquarela.
Quero me ver flexível,
Tirar um pouco da agonia
Desse meio jeito inteligível.
Nada mais prático
Que a prática de se sentir,
Aprender o mágico,
Viver nossas maiores descobertas.
Tocar um tom a mais
Nessa minha vidinha
Sentir ritmos diferentes
Brando, calmaria.
Quero sair desse meu mundo
Nem que precise pular a janela,
Mesmo que seja alguns minutos,
Pintar o escuro, aquarela.
Reflexão part.I
Temperatura outono-inverno,
"Sol e chuva" me descrevem.
De dia belo
À turbulências que me diferem.
Preocupações do dia-a-dia
Á muitos causa agonia,
Já a mim não me intimida
Meus pensamentos me preocupam.
A ansiedade que eu carrego,
O medo de hoje nada dar certo,
Os contra-argumentos veem me avaliar
E tudo que busco na semana é não pensar.
Viver minhas responsabilidades
Sanar a hipótese de te tentar algo,
Acabar com hipóteses.
Depois do formal viver um momento de verdade.
"Sol e chuva" me descrevem.
De dia belo
À turbulências que me diferem.
Preocupações do dia-a-dia
Á muitos causa agonia,
Já a mim não me intimida
Meus pensamentos me preocupam.
A ansiedade que eu carrego,
O medo de hoje nada dar certo,
Os contra-argumentos veem me avaliar
E tudo que busco na semana é não pensar.
Viver minhas responsabilidades
Sanar a hipótese de te tentar algo,
Acabar com hipóteses.
Depois do formal viver um momento de verdade.
Assinar:
Postagens (Atom)