No ônibus sou inquieto
Sempre me julgam
E não acho certo.
Eles que me instigam
Sento, logo levanto.
Não quero descer,
Sentar em outro banco.
O que posso fazer?
De janela em janela
Os olhos vidrados
De poema em poema
O fim da linha tinha chegado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário