Dia nostálgico
Lembranças duradouras
Uma visita no passado
Tempo de criança
Deixar algo para trás
Não vai me fazer bem
Contando os dias a mais
E tal coragem aparecer
Curiosidade matou o gato
Não procuro esse destino
Eu pago no ato
Nem que me volte negativo
Que seja recíproco
Quando tentar de novo
Não precisa de sentido
Querer você num todo
De repente
Re pense
Agir sem pensar
Às vezes é conveniente.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Una carta para no leer
Amor platônico
Medo de errar
Ciúmes crônico
Tentando me comunicar
Te vejo me desespero
Exímio Aluno
Menos quando te espero
No pensamento profundo
A|luno
sem luz
Que só usted pode iluminar
Diário noturno
Quem será que conduz?
Escrevo para enfatizar
Dar ênfase
à tal sentimento
Reprimido pela timidez
Las palabras talvez
Consolidam o momento
Leer mís palabras
Sentir mí poesía
no dejes qué si silencie
Como alguém
Que amou algum dia.
Medo de errar
Ciúmes crônico
Tentando me comunicar
Te vejo me desespero
Exímio Aluno
Menos quando te espero
No pensamento profundo
A|luno
sem luz
Que só usted pode iluminar
Diário noturno
Quem será que conduz?
Escrevo para enfatizar
Dar ênfase
à tal sentimento
Reprimido pela timidez
Las palabras talvez
Consolidam o momento
Leer mís palabras
Sentir mí poesía
no dejes qué si silencie
Como alguém
Que amou algum dia.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Menina do ônibus
Sentada do meu lado
Lendo o livro diário
Ônibus lotado
Dia dos namorados no calendário
É todo dia assim
Já estou apaixonado
Quero só pra mim.
Posso levar,
Seu livro emprestado?
Lendo o livro diário
Ônibus lotado
Dia dos namorados no calendário
É todo dia assim
Já estou apaixonado
Quero só pra mim.
Posso levar,
Seu livro emprestado?
Amor ao poema
No ônibus sou inquieto
Sempre me julgam
E não acho certo.
Eles que me instigam
Sento, logo levanto.
Não quero descer,
Sentar em outro banco.
O que posso fazer?
De janela em janela
Os olhos vidrados
De poema em poema
O fim da linha tinha chegado.
Sempre me julgam
E não acho certo.
Eles que me instigam
Sento, logo levanto.
Não quero descer,
Sentar em outro banco.
O que posso fazer?
De janela em janela
Os olhos vidrados
De poema em poema
O fim da linha tinha chegado.
Dúvidas
Duvidas que ei de tentar?
Nem certo, nem errado;
Dúvidas.
Há de se concretizar
mandos e desmandos
(In)convenientes
O purgatório da vida
Que chamo de semente
O começo do erro
O encontro ao certo
Crises de ansiedade
O barulho da cidade
Não nasci sabendo
Sem eixo
Se for pra ser
Que seja o correto.
Happy n|e|w year
Mente pensante
um pé no passado
Há poucas horas
que fui renovado
espero o instante
descarrego o fardo
Sem franzir a testa
querendo ser curado
não quero conversa
quero você
até em dia de festa
Imaginando te ter
O ano só será novo
quando te ter de novo
Feliz "te espero" ano novo.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Auto-predador; o homem.
o mundo é muito mais que você
você pode até tentar correr
mas não vai conseguir
nada, equivale a ti
-lutando sozinho
como no cio-
se jogar.
se
joga;
sempre deduções
sem ter monólogos
ou ao menos opiniões
pois ser forte é muito mais
necessita de compreensões
a inteligência é o ponto técnico
e precisa vencer -vem ser- você
pois nada que é digno de ser os abate
como no xadrez, saiba dar cheque-mate.
você pode até tentar correr
mas não vai conseguir
nada, equivale a ti
-lutando sozinho
como no cio-
se jogar.
se
joga;
sempre deduções
sem ter monólogos
ou ao menos opiniões
pois ser forte é muito mais
necessita de compreensões
a inteligência é o ponto técnico
e precisa vencer -vem ser- você
pois nada que é digno de ser os abate
como no xadrez, saiba dar cheque-mate.
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