Olho o mapa da cidade
Com devaneios corriqueiros
Porque não aqui uma placa: Pare.
A morte ali ataca em cheio.
Sinto uma dor infinita
Aqui jas a alegria
De quem andou pelas ruas
Protegido, por quem te cria.
Há tanta moça bonita,
Que peço desculpas pela ferida
Que o homem, tolo,
Sem saber as fazia
Quando eu for, um dia desses
Pelo porto de que tanto falam
Desculpe a decepção
Alegre? Só em dias de depressão.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Te procurei em busca de sol
Escutas o que digo,
Ou finge se importar?
(O vento está a minha frente.
Não da pra ver nem escutar,
Mas sinto.)
O corpo fala,
Mas minhas palavras são atuantes.
Veja! Quem anda a tua volta
Só quer nos ver distantes.
Não penso em me esconder
Nem viver como caracol.
Dane-se; deixe-os esparsos.
Quando te procurei, foi em busca de sol.
Sofrimento do dia (a dia)
As nuvens estão chorando
Num ritmo influenciador
Pessoas olham pra cima
Não conseguindo escapar da dor
Basta uma gota em seu corpo
Para tudo desabar
A cabeça já não pensa
Só resta desabafar
Consequências são esperadas
Não conseguem separar a dor
É como uma epidemia
Que atinge a tudo e a todos.
Ninguém me escuta
Eu que vejo tudo de fora
Mesmo dentro da nuvem farta
Pensar antes, para mim é
Um ato constante
Difícil não ser molhado
Dentre sofrimentos consecutivos
Difícil ser ouvido sem experiência
Só com conselhos confusos
Mas, tão simples é fáceis
Que já entrou em desuso.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Dê uma chance a poesia
Entrega seus pensamentos ao jogo de palavras
Dê uma chance à poesia
Escreve num papel a causa das tuas lágrimas
Alimenta seu eu lírico de barriga vazia.
Confessa-te pela tinta da caneta
Ou imagine devaneios,
Coloca-te na pele dela,
Mas cria! inventa.
Pseudônimos, desconhecido
Exponha um ato de liberdade
Não se prenda no socialmente
Onde os julgam, quando há sinceridade.
Dê uma chance à poesia
Escreve num papel a causa das tuas lágrimas
Alimenta seu eu lírico de barriga vazia.
Confessa-te pela tinta da caneta
Ou imagine devaneios,
Coloca-te na pele dela,
Mas cria! inventa.
Pseudônimos, desconhecido
Exponha um ato de liberdade
Não se prenda no socialmente
Onde os julgam, quando há sinceridade.
Os opostos se atraem
Hoje parei o tempo
Para te olhar por alguns segundos.
Eu sereno, vento.
Você insaciável, tumulto.
Percebo a ligação de duas personalidades
Exagero entre ambos
Mas juntos á balança, equilibrada vontade,
Vento à ventanias, saciam a exuberância.
Eu trago a fala, respiro e só depois solto.
Você diz; diz novamente, e ressalta.
Eu sou receio, um pensante constante.
Você imagina e adora:
- Pra quê pensar se ainda nem passou o instante.
Para te olhar por alguns segundos.
Eu sereno, vento.
Você insaciável, tumulto.
Percebo a ligação de duas personalidades
Exagero entre ambos
Mas juntos á balança, equilibrada vontade,
Vento à ventanias, saciam a exuberância.
Eu trago a fala, respiro e só depois solto.
Você diz; diz novamente, e ressalta.
Eu sou receio, um pensante constante.
Você imagina e adora:
- Pra quê pensar se ainda nem passou o instante.
Simplicidade
Chuva farta
Ao vento rebelde
A cidade em alarde
E eu a observo
O asfalto inundado de gota a gota
O atrito dos carros gritando as tontas
É de deixar qualquer um louco
Mas há algo que ocupa as mentes
Trabalho Amor As contas
A vida não pode parar e pensar simploriamente.
Ao vento rebelde
A cidade em alarde
E eu a observo
O asfalto inundado de gota a gota
O atrito dos carros gritando as tontas
É de deixar qualquer um louco
Mas há algo que ocupa as mentes
Trabalho Amor As contas
A vida não pode parar e pensar simploriamente.
Um espaço para mais um
Me prendo à conceitos
A opiniões de quem nem conheço
As invejo pelo saber
Busco também, nem que um terço.
Me prendo a você por sua eticidade
Buscando uma aprovação
De quem ainda nem me viu, na verdade.
Só sabe minha existência, e a minha pretensão
Espero sim uma sensatez
De quem não sabe o bastante.
Ainda não espero
[E nem quero]
Um julgamento relevante
Pretenso algo em comum
Mas não espero tirá-lo para receber.
É só um espaço pra mais um
O coração há de entender.
Sei que assim rompo um dos lacres
[do apego]
Tirando a segurança, do pai, aconchego
Deixo-lhe receio, mas só por enquanto.
Só penso em dividir o privilégio
De um amor da mesma mulher, seus encantos.
A opiniões de quem nem conheço
As invejo pelo saber
Busco também, nem que um terço.
Me prendo a você por sua eticidade
Buscando uma aprovação
De quem ainda nem me viu, na verdade.
Só sabe minha existência, e a minha pretensão
Espero sim uma sensatez
De quem não sabe o bastante.
Ainda não espero
[E nem quero]
Um julgamento relevante
Pretenso algo em comum
Mas não espero tirá-lo para receber.
É só um espaço pra mais um
O coração há de entender.
Sei que assim rompo um dos lacres
[do apego]
Tirando a segurança, do pai, aconchego
Deixo-lhe receio, mas só por enquanto.
Só penso em dividir o privilégio
De um amor da mesma mulher, seus encantos.
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